Cinco dúvidas comuns na hora de decidir o intercâmbio

Pensar em fazer um intercâmbio costuma gerar uma série de dúvidas, pois afinal o turista está planejando uma viagem “fora do comum”. Será uma fase em que o viajante irá morar em um lugar novo com idioma e costumes bastante diferentes dos seus. Em virtude disso, é importante se munir com o máximo de informações possíveis para chegar ao destino preparado para o novo desafio. Reunimos aqui as principais dúvidas que os estudantes têm antes de fechar o intercâmbio, confira!

Acomodação

Há basicamente cinco opções de acomodações que podem ser escolhidas de acordo com as preferências. Em casas de família, por exemplo, os estudantes literalmente se integram a um novo lar e, por isso, aprendem bastante sobre a cultura local, além de desenvolverem melhor o idioma conversando com os nativos. Porém, se quiser ficar mais à vontade, acompanhado dos colegas de curso, o ideal é optar pela acomodação compartilhada ou verificar se há na escola residência estudantil.

Além disso, também é possível ficar hospedado em um albergue, que costuma ser a opção mais simples e econômica, o que ajuda a economizar para os passeios. Ainda existe o B&B (Bed e Breakfast) que é um tipo de pousada com quarto individual e café da manhã.

Tipos de curso

Se você for universitário, tiver acabado de concluir a graduação ou não quiser estudar apenas o idioma, você pode fazer um curso cultural ou algo relacionado à sua área de atuação. Há programas de intercâmbio que envolvem cursos técnicos, como fotografia, arte e computação, e pós graduação.

Idioma estrangeiro

Há programas de intercâmbio para todos os níveis de conhecimento no idioma estrangeiro, inclusive o básico. No entanto, se a viagem for de curta duração, o melhor é ir com pelo menos noções intermediárias no idioma, pois assim poderá aprimorar bem a forma como se comunica e voltará com conhecimentos avançados.

Trabalho

Diversos países permitem que os estrangeiros trabalhem enquanto fazem um curso regular. Os estudantes que vão para a Austrália, por exemplo, ganham um visto que os possibilita trabalhar até 40 horas quinzenais durante o curso e quanto tempo quiserem durante as férias. O salário não é alto, mas o que vale nesses casos é a experiência de conviver mais com os nativos e aprender a se virar em situações novas, o que conta bastante no currículo.

Custo de vida

É normal querer saber o quanto economizar de dinheiro para levar para a viagem, afinal é isso que irá determinar os passeios. Porém, é impossível precisar o valor necessário, pois cada destino tem um custo de vida e, se você optar pela residência familiar, irá gastar menos com alimentação. Por isso, é importante conversar com quem já foi para a cidade desejada e observar as variações da moeda estrangeira com a nossa. Na Austrália, é adotado o dólar australiano, que vale menos do que o americano, favorecendo os turistas brasileiros. Em vez de cada R$ 1 corresponder a US$ 2,60, por exemplo, a moeda brasileira corresponde a R$2,10 (valores de janeiro de 2015). Portanto, é preciso de menos reais para ter uma quantia razoável para gastar por lá.

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