Intercâmbio com os filhos: é possível?

Intercâmbio com os filhos

Grande parte das pessoas associa o intercâmbio a uma experiência intensa e até mesmo um pouco intimista e solitária, para se fazer sozinho ou em companhia dos amigos. Porém, essa incrível experiência também pode ser dividida com pessoas mais próximas e queridas ainda, como os filhos, desde que eles tenham pelo menos cinco anos de idade. Incrível, não é mesmo?

Os programas de intercâmbio começam a oferecer cursos para as crianças a partir dessa idade pois é nesse momento que elas dão seus primeiros passos na leitura e na escrita, além de já terem mais desenvoltura para fazer amigos. Também é nessa fase que elas passam a contar com uma percepção mais eficaz e marcante sobre o mundo ao redor. Em virtude disso já é possível que estejam presentes em um intercâmbio, com a certeza de que será bastante proveitoso. Enquanto os pais fazem fazem algum curso, a criança também faz aulas em outra turma, com estudantes da sua idade, e depois toda a família se encontra para curtir ao máximo essa deliciosa novidade.

Para as crianças e os adolescentes, aprender um novo idioma contribui com o desempenho escolar e também com os passos para a vida adulta, já que é na juventude que o cérebro processa melhor o segundo idioma e absorve toda essa vivência.

No que se refere ao lazer, a viagem proporciona experiências únicas e inesquecíveis, afinal, é uma viagem a um país de cultura diferente. Paisagens de tirar o fôlego, culinária de sabores antes inimagináveis e costumes muito diversos são algumas dos momentos que virão na bagagem após o passeio de toda a família.

Relação mais intensa

Além dos benefícios já mencionados e observados por todo mundo que viaja ao exterior, os intercâmbios familiares possuem um bônus extra: eles aproximam ainda mais pais e filhos. Como os viajantes precisam lidar com situações diferentes das que possuem na rotina diária, ter alguém ao lado em quem confiar e para quem contar as novidades e dificuldades é algo excelente e edificante. Portanto, quem viaja com os filhos não volta apenas rico em conhecimento, mas com uma relação diferente, mais intensa e comunicativa.

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