Separamos 8 motivos pelos quais você deve fazer intercâmbio

Você concluiu a sua graduação ou está em busca de otimizar o seu currículo para conseguir os melhores empregos, nacional e internacionalmente? A sua solução pode estar a alguns quilômetros daqui, mas em uma única palavra: intercâmbio. Neste texto, você vai entender como morar fora do país pode ser a melhor maneira para viver experiências incríveis, seja na área profissional ou na pessoal.

Países como a Austrália e a Nova Zelândia vão dar um up no seu inglês e te colocar em contato com um cenário multicultural! Já pensou em visitar as melhores praias no verão e ainda curtir a neve no inverno? Outra grande oportunidade ao partir nessa aventura é ter contato com novos ares e novas culturas. Quer saber mais? Então leia estes 8 motivos pelos quais você deve colocar o planejamento na ponta do lápis, arrumar as suas malas e fazer um intercâmbio agora!

1. Aprender e praticar outro idioma

Você sabia que quem fala inglês fluentemente aumenta as chances de crescer na profissão e ganhar bem mais? Ao menos, é o que indica esta pesquisa realizada com mais de 13 mil pessoas. O levantamento mostra que a diferença salarial entre quem domina a língua inglesa chega a ser 61% maior em relação a quem está no nível básico.

Com tantas oportunidades, muitos estudantes e recém-formados no Brasil estão vendo que morar em outro país é a melhor forma de melhorar sua vida pessoal e profissional. Esta pesquisa feita em 2016 com 1.145 estudantes apontou que 43,5% já tiveram experiência educacional internacional. O mesmo levantamento mostra que dos 246,4 mil estudantes que deixaram o Brasil no último ano, 25,5% se matricularam em graduações ou pós-graduações.

Apesar disso, somente 27,6% dos candidatos a um emprego hoje em dia têm se aprimorado no inglês. Se você quer entrar para esse seleto grupo e se destacar no mercado, saiba que um intercâmbio é a melhor maneira para ganhar familiaridade com a língua estrangeira sem precisar passar anos em um cursinho! A viagem fará com que você tenha imersão em uma cultura diferente da sua, o que vai requerer muito gás para se comunicar em inglês todas as horas do seu dia.

Quando você estiver em uma nação anglófona (que o idioma oficial é inglês), terá de lidar com situações reais para ser bem-sucedido ao ter contato direto com os nativos, seja oralmente ou por um texto escrito. É como se você fosse um bebê aprendendo a falar. Mas tenha certeza de que o intercâmbio vai acelerar o processo de aquisição da língua estrangeira, já que será preciso dedicar muitas horas do dia ao inglês.

E não tem idade ideal para morar fora, pois, independente da sua idade, você irá se beneficiar muito dos desafios que terá que superar e da oportunidade de conviver com pessoas bastante diferentes e ainda afinar as suas habilidades!

Se você ainda está se perguntando por que falar outros idiomas será um diferencial no seu currículo, saiba que a resposta tem a ver com a globalização, cujo efeito atingiu diretamente o profissional antenado e proativo, que precisa ser bilíngue ou poliglota para conseguir atender os objetivos das empresas. Além disso, os recrutadores vão notar que você é o candidato ideal se tiver experiência internacional.

2. Fazer amigos

Mas se engana quem pensa que a experiência em outra nação melhorará apenas seu conhecimento no idioma local. Se você vai aprender a se comunicar em outro idioma no intercâmbio, precisamos falar das pessoas com quem vai ter contato diário, certo? Além de ampliar exponencialmente sua fluência em inglês, morar em um país diferente vai te apresentar novos amigos.

E o mais importante, você terá a possibilidade de aprender mais sobre diferentes pessoas e culturas a cada amizade que fizer, além de construir uma rede de amigos em todo canto do planeta — principalmente se escolher ir a países cosmopolitas, como a Austrália. Em Sydney, onde há uma das melhores qualidades de vida do planeta, 35% da população é formada por estrangeiros, por exemplo.

Agora, se você está com medo de se sentir solitário em terras além-mar, não se preocupe: nós temos a solução. Estas dicas vão ajudar, com certeza, a encontrar os melhores parceiros durante a viagem! Confira:

  • cadastre-se em sites que colocam você em contato com estrangeiros. O Couchsurfing permite acolher alguém ou se hospedar na casa de um anfitrião sem pagar nada, o que pode render uma bela amizade;
  • baixe apps como o Airtrip, com o qual pode curtir e comentar postagens e se aproximar de pessoas que, assim como você, querem ter amigos;
  • frequente albergues, pois, além de ser uma opção barata de hospedagem, principalmente durante viagens de férias pela Austrália, são ótimos para quem está em busca de novos colegas;
  • esteja ativo nas suas redes sociais, já que é possível encontrar perfis de pessoas parecidas com você e, assim, criar vínculos;
  • frequente atrações turísticas da cidade para encontrar gringos.

Com essas dicas em prática, será mais fácil de achar ótimas pessoas e viver momentos memoráveis no exterior! E amizade rima com network, não é? Além de ser um ganho pessoal, os seus amigos podem abrir portas para você chegar àquela vaga de emprego dos sonhos. Antes disso, aprenda qual é a importância de fazer intercâmbio para o seu currículo. Avance uma casa!

3. Otimizar o currículo

Falar inglês fluentemente é a maneira mais fácil de vencer o desemprego e crescer na sua profissão (recorda o quanto ganha a mais quem é fluente nessa língua?). Mas os benefícios de fazer um intercâmbio não param por aí, principalmente se você quer turbinar o seu currículo.

Você pode estar se perguntando neste momento: o que o empregador tem a ver com isso? Bom, ele sabe que o intercambista tem que superar muitos obstáculos, já que geralmente está sozinho e tem que construir laços de amizade para sobreviver longe de casa e do conforto da família. Essa será uma grande qualidade na hora da entrevista profissional, porque indica a capacidade de resolver problemas, dos mais simples aos mais complexos. Você aprende a se virar!

Outra vantagem que o intercâmbio vai acrescentar ao seu currículo é estar aberto ao novo. Com a imersão em uma cultura completamente diferente da brasileira, será preciso lidar com pessoas e personalidades muito diferentes das suas. E outra coisa, quando estiver estudando ou trabalhando no exterior, prestará atenção à ética dos profissionais de lá, o que fará com que você reflita sobre qual é a melhor forma de ser maduro e competente para ter um desempenho especial no emprego.

Sem falar que viver em outro país vai implicar um amadurecimento rápido, pois é preciso assumir responsabilidades para não tropeçar nos seus erros. No intercâmbio, você estará em contato consigo mesmo por mais tempo e vai aprender a valorizar e, principalmente, reconhecer as suas habilidades. Com a mente mais afinada, será possível ter mais clareza para encontrar o estágio ou o emprego ideal.

4. Conhecer novas culturas e lugares incríveis

Povos tradicionais, arquitetura moderna, comidas deliciosas, animais exóticos ou cidades multiculturais! Uma das vantagens de turbinar o seu inglês fora do Brasil é a diversidade cultural disponível. Conhecer países como a Austrália e a Nova Zelândia vai colocar você cara a cara com civilizações bastante diferentes da nossa sociedade. O intercâmbio vai convencê-lo, ainda, de que ter preconceito não leva a nada.

A tônica é ter mente aberta para se desfazer dos estereótipos. Geralmente, criamos determinados conceitos sobre as pessoas, que podem ser uma barreira na hora de se comunicar com elas. Fora do Brasil, você não entrará somente em contato com a cultura local, mas também com a de povos de todo mundo. Assim, você vai se desfazer dos clichês e conferir, de perto, as diferenças culturais!

Paisagens espetaculares

A terra dos cangurus, por exemplo, é um misto de praias incríveis com geleiras, sem falar na fauna e na flora! Já os neozelandeses, conhecidos como kiwis, guardam um litoral de tirar o fôlego e parques nacionais bem-preservados. Quer saber quais são alguns pontos turísticos para você colocar na sua checklist? Olha só:

  • Austrália: você pode conhecer a Ópera de Sydney e surfar em Bondi; em Brisbane, vá aos museus de South Bank; na Gold Coast, há canais e parques belíssimos; e em Perth, o Kings Park e o Porto de Fremantle são uma beleza à parte. Siga por Camberra, com os prédios administrativos mais importantes do país; Cairns, com uma floresta e a grande barreira de coral; Ilha Fraser, ladeada por água doce; e os parques nacionais, como o Kakadu e o Uluru-Kata Tjuta, com paisagens exóticas;
  • Nova Zelândia: comece pelos parques nacionais, pois são muitos e guardam surpresas! Coloque no seu roteiro o Parque Nacional de Tongarino, que tem um vulcão e oferece escalada; o Parque Nacional Fiordland, com passeios de caiaque; o Milford Sound, que tem golfinhos e uma queda d’água espetacular; e o Parque Nacional Abel Tasman, ideal para os mochileiros. Há, ainda, o Lago Taupo, que oferece atividade de paraquedismo; e a Trilha de Tonagrino, com caminhadas e escalada.

5. Superar a distância e a saudade

O intercâmbio vai mexer com seus pontos fracos para você poder, a partir do aprimoramento deles, tornar-se uma pessoa melhor. Se antes contava com o conforto da casa dos pais, agora terá de enfrentar os desafios sozinho ou com a ajuda dos seus novos amigos. Mas o resultado disso é inegável no adulto em que você se tornará depois, com muito mais responsabilidades e com bastante bagagem para crescer na vida, seja pessoal ou profissional.

E de uma coisa tenha certeza: essa experiência vai te afetar daqui para frente. No futuro, quando se deparar com as adversidades, você saberá como agir. Morar fora dimensiona os obstáculos para que você saiba quais são as formas ideais a fim de resolvê-los. E isso vale para tudo: desde os mais corriqueiros problemas, como se perder na rua e não saber aonde ir, até os mais dolorosos — a forma como enxerga a sua vida e a de quem ama.

Estando longe, a saudade será uma das palavras que vão povoar a sua mente, não apenas porque ela é intraduzível para o inglês, mas também porque as pessoas que você deixou no Brasil vão começar a fazer falta. Porém, você vai entender que, apesar da distância geográfica, poderá contar com a sua família e com os seus conterrâneos para seguir em frente, ainda mais forte e convicto do caminho que deseja trilhar.

6. Adquirir experiência financeira e profissional

Outro ponto que o intercâmbio pode ensinar é a fazer uma melhor gestão do seu dinheiro. Você está longe de casa e nem sempre pode contar com a ajuda monetária da sua família, certo? Se a independência financeira é o seu mote, não deixe de colocar nos seus planos a experiência de trabalhar no exterior.

Nações como a Austrália e a Nova Zelândia têm ótimas oportunidades para quem vem de fora e está em busca de um emprego. Para você ter uma ideia, a terra dos aussies é a que paga melhor entre outros 26 países. Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, o salário na Austrália é de AU$ 18,29 por hora. Mas como entrar para a lista de sortudos e começar a ganhar o maior honorário do mundo?

Bom, você deve buscar oportunidades com antecedência: que tal procurar na web programas internacionais de trainee? Há processos seletivos, especialmente, para pessoas formadas em áreas técnicas da auditoria e da engenharia. E que tal tentar o LinkedIn? A rede é uma referência mundial para conseguir contatos e aumentar as suas chances de empregabilidade.

Se você já conhecia o LinkedIn, há ainda sites específicos que dominam o mercado de trabalho em países como a Austrália. Já ouviu falar do Neuvoo? Nele, é possível encontrar opções de emprego ou estágios de meia jornada ideais para quem não tem uma graduação.

Nessas horas, é preciso se livrar dos preconceitos, pois há mais vagas em funções como babá, atendente de loja e lavador de pratos. Mas vale ressaltar que, com essa experiência, você não apenas vai aprimorar seu inglês e ganhar uma grana extra, como vai lidar com o seu crescimento pessoal.

Ah, para conseguir trabalhar legalmente fora do Brasil, você terá de incluir nos seus planos um visto que te permita fazer isso. A regulação muda entre os países anglófonos. Na Austrália, por exemplo, os estudantes internacionais precisam realizar um curso com no mínimo 14 semanas de duração para poder trabalhar por até 40 horas em 15 dias. Já na Nova Zelândia, estudantes internacionais podem trabalhar ate 20 horas semanais, caso façam um curso com duração mínima de 14 semanas em uma escola de categoria 1, ou optem por um curso de 24 semanas e tenham IELTS 5.0 em uma escola de categoria 2.

7. Conhecer a si mesmo

Este ponto tem uma relação estreita com o que já vimos sobre como o intercâmbio pode afetar, positivamente, a forma como você lida com seus sentimentos (entre eles, a saudade de casa). Mas não é apenas isso! A verdade é que viver em outro país, além de colocar vários desafios à sua nova vida, vai possibilitá-lo dominar melhor os seus pensamentos.

A todo tempo, o foco deve estar em você e nos planos que tem para a sua vida. Mais do que tudo, agora é preciso ter cuidado a fim de não tropeçar nos erros antigos, pois morando sozinho as suas responsabilidades só vão aumentar — desde cuidados com a saúde e alimentação até os pagamentos de contas e regularidade na escola e no trabalho.

Você vai aprender que enfrentar os problemas é sempre a melhor saída para seguir em frente e, sobretudo, vai começar a ter clareza sobre o que realmente te faz bem, seja afetiva ou financeiramente. Não deixe de aproveitar, também, os momentos a sós para refletir sobre como está vivendo e sobre quais planos quer viver no futuro.

Mas cuidado com a ansiedade! Não deixe o futuro tomar conta das suas ações no presente! Essa palavrinha, que é tão antiga quanto a humanidade, vem se tornando cada vez mais comum entre os jovens. Se você se vir ansioso, tenha em mente que é preciso desacelerar, estando no Brasil ou no exterior. Conseguindo dosar essas sensações, será possível dinamizar cada sentimento e, com certeza, se sobressair no intercâmbio.

8. Experimentar novos sistemas de ensino

Ao redor do mundo, tanto mudam os hábitos de estudo quanto a estrutura do sistema educacional. Como já dissemos, a Oceania se destaca em termos de educação. Contudo, se você quer se matricular em um curso por lá (seja de curta duração, de graduação ou de pós-graduação), é preciso entender melhor como funciona a rede pedagógica. Contamos cada detalhe desse sistema na Austrália e na Nova Zelândia.

Como estudar na Austrália

Com altíssimos investimento em educação, a Austrália oferece excelente qualidade de ensino, sendo um dos destinos mais procurados por intercambistas, tanto aqueles que estão de olho em um curso de inglês,quanto aqueles que desejam estudar em uma universidade fora do país. A terra dos cangurus possui opções diversas opções de programas de graduação e pós-graduação para quem quer obter uma qualificação profissional com reconhecimento internacional.

Se esse é seu objetivo, a a dica é focar as suas buscas de programa no nível do Tertiary Education, que se divide no Vocational Education (o ensino profissionalizante) e no Higher Education (o ensino superior). Normalmente, os cursos ocorrem semestralmente, como no Brasil. As turmas começam no mês de março e são concluídas ao fim de novembro.

General English

Para quem quer aumentar as oportunidades de trabalho e conseguir uma qualificação internacional, os programas de General English são uma ótima opção, já que reúnem cursos de inglês no exterior para todos os níveis, desde o mais básicos até o avançado. Além disso, o estudante que faz um curso a partir de 14 semanas em uma escola de idiomas já embarca com visto de estudo para a Austrália.

Bachelor Degree

Para quem está em busca de uma graduação, o Bachelor Degree é a melhor opção na terra dos cangurus, em que há duas categorias diferentes para esse nível: o Bachelor Degree (duração mínima de 3 anos em período integral) e o Bachelor with Honours (que amplia a formação acadêmica focando em pesquisas de iniciação científica). Para concorrer a uma vaga, é preciso ter no mínimo 18 anos e comprovar fluência em inglês com exame de proficiência (IELTS ou TOEFL).

Postgraduate

Na Austrália, a pós-graduação é dividida em Master, MBA e Doctoral Degree. O Master geralmente dura de 1 a 3 anos e se divide em dois tipos de programas, o Master by Coursework (a pós-graduação tradicional) e o Master by Research (que envolve pesquisa científica). O MBA tem de 1 a 2 anos e é focado na área de gerenciamento. Por fim, o Doctoral Degree (PhD) leva de 3 a 4 anos e é uma oportunidade acadêmica para que o pesquisador se especialize em uma área específica do conhecimento.

E na Nova Zelândia

A educação também é um dos maiores tesouros dos neozelandeses. Não há grande diferença entre o sistema educacional deles e o da Austrália. O órgão NZQA é uma possibilidade para manter contato e saber detalhes sobre a educação no país, mas nós explicamos algumas especificidades dos cursos de inglês, graduação e pós na terra dos kiwis.

General English

Assim como na Austrália, a Nova Zelândia oferece vários cursos para quem deseja avançar no nível do inglês. O estudante deve ficar ligado, no entanto, na hora de procurar a instituição, pois a regra da permissão de trabalho para visto estudantil tem algumas especificidades, como falamos no item 6. Há a opção de cursos de inglês full-time (com até 30 horas/semana) ou part-time (de até 15 horas/semana).

Bachelor Degree e Postgraduate

Com 8 universidades públicas renomadas, a estrutura do Bachelor Degree na Nova Zelândia também se divide em dois níveis: o Bachelor Degree e o Bachelor with Honours. No Postgraduate, há dois tipos de programas: o Master by Coursework e o Master by Thesis, com os mesmos critérios da Austrália. Para os profissionais da área do planejamento, também há cursos de MBA, com duração de 2 anos. Já para quem quer se deter ao Doctoral Degree, exige-se uma preparação para uma pesquisa (com duração máxima de 4 anos) mais específica em uma área do conhecimento.

Enfim…

Fazer o intercâmbio pode ser uma ótima solução não apenas para crescer profissionalmente, mas também para se tornar uma pessoa melhor, seja com a sua família ou com os seus amigos. No campo do trabalho, morar fora vai turbinar o seu inglês, o que significa chances maiores de um bom salário. Além disso, se você tiver feito intercâmbio, os recrutadores vão reparar essa qualidade no seu CV, o que aumenta exponencialmente as suas possibilidades de conseguir aquele emprego dos sonhos!

No entanto, os efeitos do intercâmbio não se restringem ao trabalho! Apesar de países como a Austrália e a Nova Zelândia serem um universo em termos de empregabilidade, viver nesses lugares vai te colocar em contato com o seu “eu interior”! Ser um cidadão do mundo também pode ajudá-lo a ter muitos amigos — e de várias culturas! Pois isso será possível se você arrumar as malas agora mesmo e começar a planejar seu intercâmbio!

Agora que está claro por que fazer intercâmbio é o impulso que a sua vida precisa neste momento, não deixe de compartilhar as suas dúvidas e experiências conosco. Deixe um comentário neste post e conte tudo para a gente!

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