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Depoimentos

Marcos Crelier Gouveia da Silveira

Santo Antônio de Posse/SP

Sunshine Coast

Bom pessoal meu nome é Marcos, sou do interior de São Paulo e hoje tenho 18 anos. 

Quando fui pela primeira vez visitar a Australian Centre eu tinha 16 anos. No começo, o intercâmbio era apenas uma possibilidade para mim, mas minha mãe fez de tudo para que esse sonho desse certo e com a ajuda dela e da Australian Centre fui aceito numa das escolas de Sunshine Coast, Queensland. 

Quando deixei o Brasil tinha 17 anos e garanto a vocês que o entusiasmo é maior que o medo na hora de embarcar, a sensação de que você não vai mais ver seus pais por um ano ou seis meses é estranha, mas logo vocês superam isso. O aeroporto de Dubai é imenso então, uma dica a vocês que pretendem fazer a mesma jornada, fiquem apenas na aérea de conexões, ela é grande o suficiente, acreditem em mim. 

Finalmente na Austrália. Posso dizer que o ano que passei por lá foi o melhor de minha vida. Os primeiros três meses foram os mais desgastantes. 

Quanto a família australiana, posso dizer que é sorte, morei em minha primeira por um mês e alguns dias, existem muitas regras para menores de idade e as mais comuns são: não voltar muito tarde para casa; às dez horas eles desligam tudo, os australianos têm o costume de dormirem cedo e, certamente, eles não deixaram vocês ficarem acordados até tarde; dormir fora depende de cada família. A minha primeira família exigia os termos da escola, então, você é obrigado a formular um documento dizendo onde você está indo, com quem, quando e por quanto tempo. Os jantares são importantes e as comidas são variadas, tive que aprender a comer legumes coisa que odeio, mas foi bom pensando por um outro lado, eles adoram molhos de pimentas e comida asiática. 

Indico a vocês viajarem muito. Conheçam Sydney claro, a barreira de corais que é de deixar a boca caída e o OutBack. E se tiverem oportunidade também conheçam a Nova Zelândia, este foi o melhor país que conheci em minha vida. Outra dica é conhecer também as cidades do interior, elas são completamente diferentes das cidades praianas, elas parecem perdidas no tempo, as casas de madeira e a tranquilidade fazem sentir no velho oeste. 

É pessoal, essas são dicas e experiências que passei na Austrália, cada um vai descobrir que não existe coisa melhor do que viver esse sonho! 

Agradeço a Australian Centre por ajudar a realizar meu sonho e espero estar ajudando muitos estudantes brasileiros em suas aventuras pelo mundo a fora.