5 lugares para conhecer durante o intercambio na Nova Zelândia

lugares para conhecer durante o intercâmbio na Nova Zelândia

Tornar-se fluente em inglês, estudar em universidades que são referências em qualidade de ensino, ampliar a bagagem cultural e fazer tanto amizades quanto contatos profissionais com pessoas de diversas nacionalidades — sem dúvidas, esses são alguns dos principais motivos de se estudar em território neozelandês. Porém, é inegável que, fora tudo isso, muitos estudantes também estão de olho em vários lugares para conhecer durante o intercâmbio na Nova Zelândia.

Isso porque morar nesse pequeno país insular traz uma maior facilidade de visitar outras nações da Oceania e viver experiências marcantes dada a proximidade e a logística de transporte aéreo que facilita (e muito) o acesso a elas.

Não é à toa que diversos intercambistas se animam e começam a pesquisar com antecedência por possíveis destinos para não desperdiçar essa oportunidade. Para ajudá-lo, listamos cinco opções de lugares imperdíveis. Acompanhe e se inspire!

1. Fiji

Para começar, Fiji ou Ilhas Fiji, como também é chamada devido às suas mais de 300 ilhas. Com quase 900 mil habitantes, ganhou popularidade — em especial a área de Mamanuca — e despertou a curiosidade dos apaixonados pela natureza por se tornar a locação fixa de um dos reality shows mais famosos do ocidente: Survivor.

E isso não é para menos já que, além de cenários paradisíacos e uma vegetação nativa praticamente intacta, a região conta com um background cultural muito rico que é fruto da mistura das tradições e costumes das tribos locais com a influência britânica do período da colonização.

Ah, e tem mais: Fiji é considerada uma parada obrigatória para quem curte surfe. Suas praias com ondas incríveis atraem turistas de todas as partes do mundo. Além disso são as disputas internacionais que ocorrem anualmente no país, como o Outerknown Fiji Pro e o Campeonato Mundial de Surf.

2. Palau

O segundo país desta lista é Palau, que tem apenas pouco mais de 21 mil habitantes — justamente por isso, é uma das nações menos populosas do mundo. Porém, não se deixe enganar: apesar de ter uma baixa taxa de habitação, é um lugar repleto de atrativos.

Um exemplo disso são as Rock Islands — consideradas, pela Unesco, um dos patrimônios mundiais —, um aglomerado de pequenas ilhas que são, basicamente, enormes paredões rochosos formados por corais em pleno oceano Pacífico.

Mas não acaba aí, já que Palau tem uma das áreas mais pitorescas de todo o planeta: o Jellyfish Lake, um lago onde turistas podem mergulhar e nadar com águas-vivas que não são capazes de provocar queimaduras em caso de contato (devido a uma mutação natural).

Para completar, a ilha de Peleliu conserva diversos destroços da Segunda Guerra Mundial preservados para visitação, desde aviões e tanques até abrigos e esconderijos usados tanto por estadunidenses quanto por japoneses. Portanto, quem gosta de história vai adorar o passeio na região!

3. Samoa

Mais um dos lugares para conhecer durante o intercâmbio na Nova Zelândia que não poderia faltar neste post é Samoa. Formada por duas pequenas ilhas e com pouco mais de 190 mil habitantes, essa charmosa nação é marcada por contrastes.

Enquanto Savai’i é menos populosa, conta com mais áreas de preservação ambiental (como A’opo e Tafua Rainforest) e tem o maior vulcão do tipo escudo — que expele lavas responsáveis por dar origem às montanhas —, Upolu é conhecida por ser um local mais turístico.

É por essa razão que, fora o parque O Le Pupu-Pue, você aproveita as famosas praias de areia branca e águas azul-turquesa (como Lalomanu, Salamumu, Nu’uavasa, Tafatafa e Vaiula) e, de quebra, visita o badalado centro histórico da capital Apia — que, inclusive, é o único município de todo o país. É nele que se concentram lojas, bares, mercados, residências oficiais dos representantes do Estado etc.

4. Papua-Nova Guiné

Uma quarta alternativa de destino para quem deseja viajar pela Oceania — e, quem sabe, dar um pulo pela Ásia — é Papua-Nova Guiné, que tem cerca de 8 milhões de pessoas, faz fronteira com a Indonésia e é composta por um conjunto de arquipélagos.

O lugar é excelente para quem deseja ter contato com outras realidades, uma vez que há um forte sincretismo religioso, uma grande difusão de dialetos e muitas tribos indígenas que influenciam as tradições e costumes dos nativos.

Aliás, os festivais culturais, como o Sing-Sing, são uma grande oportunidade de ver de perto as cores, as músicas, as performances e os costumes dessa parcela da população. Para completar, o país faz parte do Círculo de Fogo do Pacífico, uma área marcada por constante atividade vulcânica.

5. Austrália

Por fim, há a Austrália, que não só é o país mais populoso da Oceania (24,2 milhões de cidadãos), como também o maior em extensão territorial (são quase 8 milhões de km²).

Segundo lugar no ranking de maiores Índices de Desenvolvimento Humano — com um IDH de 0,939, de acordo com levantamento do PNUD —, a região se destaca pelos grandes centros urbanos, como Sydney, Melbourne, Brisbane e Perth, que contrastam com as grandes reservas florestais onde a valorização e o respeito pela natureza imperam.

Para se ter ideia, em solo australiano existem mais de 500 parques que funcionam como área de proteção ambiental — Namadgi, Tidbinbilla, Blue Mountains, Kosciuszko e Myall Lakes são só alguns exemplos.

Já em Queensland, por sua vez, encontra-se a famosa Grande Barreira de Corais, uma área que, assim como as Rock Islands, também é considerada patrimônio mundial pela UNESCO. Formada por quase três mil recifes, é bastante procurada por quem deseja mergulhar e conferir de perto a fauna marinha australiana, que é composta por peixes, tartarugas, moluscos, arraias, tubarões e muito mais.

Como você viu, não faltam lugares para conhecer durante o intercâmbio na Nova Zelândia. Por isso, vale a pena montar um roteiro diversificado para explorar o máximo possível desses países e as experiências incríveis que eles podem proporcionar a você.

Contudo, não se esqueça de se planejar para manter o equilíbrio entre estudo e lazer e não prejudicar o seu desempenho durante o programa de intercâmbio escolhido (curso de inglês, graduação, pós-graduação etc.), certo?

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